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Comunicação e Marketing
Iphone 7 – Comercial interativo com The Rock

A interação do comercial para Iphone 7 é sensacional, veja em seu iPhone e não se surpreenda é interativo mesmo.

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Por Douglas Ferreira
Festival Mundial de Publicidade de Gramado

A dferreira participou nos últimos dias 7, 8 e 9 de Junho do Festival Mundial de Publicidade de Gramado, onde o tema do evento era “A diferença que faz a diferença”.

Muitos painéis com variadas temáticas para este tema, onde foi explanado por grandes profissionais diversas óticas sobre as diferenças nas abordagem da publicidade, criações, mídias e posturas em relações a formatos.

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Por Douglas Ferreira
PepsiCo vence o Super Bowl nas redes sociais 

A PepsiCo não deixou espaço para as demais marcas patrocinadoras da 51ª edição do Super Bowl. A marca, que patrocina o show do intervalo, este ano com a presença da cantora Lady Gaga, teve mais de 47,4 mil menções das 17h às 23h59, horário dos Estados Unidos. O 2º colocado, Avocados from Mexico, ficou com metade das publicações.

Dentre as hashtags, a PepsiCo foi a única que conseguiu emplacar uma criação própria entre as 10 principais. A #pepsihalftime teve cerca de 40 mil menções.

Marcas mais citadas

1. PepsiCo –  42,5k

2. Avocados from Mexico – 23,9k

3. Audi – 6,6k

4. Netflix – 6,3k

5. Budweiser – 6k

6. Mr. Clean – 5.6k

7. Coca-Cola – 3,2k

8. T-Mobile – 3k

9. Kia – 2,4k

10. 84 Lumber – 2k

Hashtags mais citadas

1. #superbowl – 698,4k

2. #sb51 – 198,2k

3. #patriots – 86,2k

4. #ladygaga – 65k

5. #falcons – 64,5k

6. #superbowl51 – 61,9k

7. #riseup – 48k

8. #nfl – 45,5k

9. #football – 41,9k

10. #pepsihalftime – 39,2k

Fonte: https://www.sprinklr.com/

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Por Douglas Ferreira
Tendências para o marketing digital em 2015

O ano de 2015 será repleto de mudanças e discussões que ditarão a nova realidade do mercado de marketing digital. A AUNICA, empresa brasileira de consultoria estratégica de serviços especializados para performance e análises de canais digitais, elaborou uma lista com as tendências que deverão perpetuar nas estratégias dos anunciantes e agências.

De acordo com Elcio Santos, sócio-diretor de negócios da AUNICA, há cinco principais pontos que serão imprescindíveis no próximo ano: Data Driven Market, Mídia Programática, Content Delivery, a Internet Das Coisas e Pessoas. “Acreditamos que a disciplina Dados vai ser o grande diferencial entre as empresas que vão liderar o cenário digital daquelas que serão as eternas seguidoras de tendências. Além disso, as empresas que não olharem com a devida atenção para a capacitação de suas equipes podem perder grandes oportunidades”.

Cinco tópicos apontados pela Aunica:

Data Driven Market
O desafio será transformar os dados em informações cada vez mais integradas e acionáveis. Desta forma será possível transformar uma grande quantidade de dados (Big data) em informações inteligentes, distribuídas em tempo real aos consumidores e de maneira absolutamente relevante independente do ponto de contato em que sua marca for acionada (Smart data).

Conectar, entende e agir com base nas informações vindas da web, mobile, social, call center, e etc, utilizando plataformas analíticas, será crucial na busca pela maior porção do share of hart do consumidor, que está cada vez mais conectado e interconectado. Disciplinas como o digital CRM, terão um papel importante tanto na otimização dos processos, quanto na melhor aplicação dos investimentos, possibilitando estabelecer um relacionamento ainda mais rentável com os clientes fiéis além de trazer novos consumidores de maneira mais eficaz. Fortalecer o posicionamento das marcas, construir o conceito de relevância e fidelizar clientes, serão estratégias vencedoras para aumentar o retorno sobre os investimentos.

Internet das Coisas
A internet das coisas, ou em inglês Internet of Things (IOT), é um mercado novo e extremamente valioso, potencialmente na casa do trilhão de dólares. Muitas empresas estão se preparando para surfar esta nuvem, em bom trocadilho. Google, Apple, Oracle e outras, estão se posicionando rapidamente neste mercado, onde será desenvolvido uma infinidade de gadgets inteligentes, como carros, casas, escovas de dentes, garfos e óculos, todos conectados em nuvem, para facilitar a vida das pessoas. Este novo mercado gerará inúmeras oportunidade para empresas de vários setores como infraestrutura, segurança digital e business analytics.

Porém, vai depender essencialmente do posicionamento estratégico das marcas, para aproveitar esta grande oportunidade desenvolvendo serviços que agreguem valor a vida das pessoas, uma vez que estes consumidores estarão sempre conectados. Entender qual a melhor hora, oferta e lugar para conversar com estes consumidores possibilita, por exemplo, utilizar conceitos como o de geolocalização para fazer uma oferta personalizada cada vez que eles passarem em frente uma loja física. Para isso, deve-se levar em conta a visão integrada sobre os rastros de informações deixadas por estes mesmos consumidores nos sites, nos aplicativos ou no call center das empresas.

Mídia Programática
O mercado publicitário de mídia está em uma profunda transformação e tem buscado entender e agir rapidamente para atender às novas necessidades do mercado e características dos consumidores. Para ter uma ideia do crescimento previsto, a compra de mídia programática representará U$59 bilhões até 2019.

A compra de mídia deixará de ser feita no famoso estilo tradicional e passa a ter sua estratégia focada na compra da audiência correta, nos canais certos e no momento mais adequando para o consumidor. Para se comunicar com uma audiência cada vez mais volátil e, em tempo real, os anunciantes tem a oportunidade de conversar por meio de vídeo, rich media, display e até mesmo com banner segmentado dentro de e-mail marketing, sendo este último, uma tendência que cresce aceleradamente nos EUA e já presente no mercado brasileiro desde o 1º semestre de 2014.

Content Delivery
Outra enorme oportunidade será a capacidade que as marcas terão de entregar conteúdos adequados para consumidores altamente granularizados. A figura de um WCM (web content management) integrado à ferramentas analíticas, soluções de dados, mídia e outras que envolvam todo o ecossistema digital de uma organização, farão toda a diferença no relacionamento entre pessoas e marcas.

Os sistemas mais modernos de WCM, tem a capacidade de entregar conteúdo tanto on-line quanto off-line, como exemplo, em totens dentro das lojas, nos POS (point of sales), provadores que contenham interação social e etc. De acordo com uma pesquisa recente encomendada pela Adobe, 79% dos CMO’s pretendem investir em soluções que permitam criar, gerenciar e distribuir adequadamente seus conteúdos.

Pessoas
Com esta enormidade de tecnologias emergentes, este importante elo da cadeia precisa receber a devida atenção. A profissão de cientista de dados se tornará uma das principais do mercado e com alta remuneração. Haverá 4,4 milhões de postos de trabalho a nível mundial em business analytics, mas apenas um terço desses empregos serão preenchidos. Com a crescente demanda por Big Data, as empresas terão de reavaliar as suas competências e habilidades para responder a esta oportunidade.

Fonte: AD News

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Por Douglas Ferreira
Marketing Digital

O marketing pode ser entendido através dos famosos 4 Ps: Produto, Preço, Praça e Promoção. O primeiro deles constitui os processos relacionados à definição dos Produtos ofertados pela empresa, como a realização pesquisas de mercado. Quando esses processos ocorrem com o uso de tecnologia e artefatos digitais, eles pertencem ao marketing digital. Nesse contexto, além de processos ligados a produtos tradicionais usando mídias eletrônicas, também fazem parte do marketing digital a criação de startups digitais, a concepção de produtos puramente digitais como Netflix e Skype ou de bens físicos que fazem pouco sentido sem a Internet (como uma smart TV ou um tablet).

O segundo P (de Preço) também é impactado pelo digital. Quanto custa “alugar” um filme no Netflix? E na locadora? Quanto custa uma ligação para o Japão via Skype? E uma ligação DDI via uma operadora tradicional? Quanto custa um curso presencial? E um curso online? É, o digital tem mudado bastante o preço das coisas, conforme é apontado por Chris Anderson, em seu livro Free.

O P de Praça digital nada mais é do que o e-commerce, em que a venda dos produtos e serviços é realizada através de sites na Internet. Em produtos digitais, ele também se aplica à entrega, que pode ser realizada através de download ou streaming, por exemplo.

Por fim, a Promoção digital consiste na comunicação da empresa através das mídias digitais. Isso inclui várias ferramentas e plataformas, como websites, redes sociais, links patrocinados, SEO (search engine optimization), e várias outras. É pessoal, esse é o P em que estão o “fazer propaganda na Internet” ou o “usar Facebook e Twitter para divulgar um negócio”.

Como pode ser visto, eles são parte do marketing digital. Uma importante parte, o P mais impactado pelas mídias digitais, mas apenas uma delas. O marketing digital é muito mais amplo do que propaganda ou redes sociais.

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Por Douglas Ferreira
Como Alcançar Resultados com as Mídias Sociais

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Faça o básico de forma excepcional e você já verá diferença no resultado.

Pode parecer estranho, mas é isso mesmo: o básico. Em se tratando de mídias sociais para pequenas empresas, pequenos serviços, pequenos projetos, fazer bem feito já é meio caminho andado! O problema é que na maior parte das vezes os empresários e profissionais não tem a menor ideia do que estão fazendo, de certo e de errado, e só percebem o verdadeiro resultado lá na frente, quando nem sempre é possível consertar.

Muitos clientes, me procuram a com um único problema em mente: não tenho tempo de gerenciar as mídias sociais da minha empresa. Poucos se permitem dizer: eu não sei gerenciar mídias sociais. A diferença entre não ter tempo e não saber é o que pode aumentar exponencialmente a visibilidade da marca e as vendas.

Quando o cliente já tem uma presença social, com páginas e perfis em algumas redes sociais, começamos com a análise cuidadosa dessas ferramentas e não raramente percebemos que não é apenas uma questão de falta de tempo, mas de falta de direcionamento de conteúdo, de conhecimento de marketing digital. É aquele negócio: “postei uma foto do meu produto, vários amigos curtiram, e uma pessoa comprou! Eba! Estou no caminho certo!”. O que a maioria não sabe é que se a foto tivesse qualidade profissional, se o texto tivesse foco nas expectativas da empresa, e se o conteúdo fosse dirigido não aos amigos, mas aos possíveis clientes, poderia ter gerado não apenas uma venda, mas uma forte presença da marca, o que a médio prazo traria fidelidade e muitas vendas.

Ter uma presença digital é muito mais do que ter curtidas e elogios nas redes sociais. É fortalecimento e fidelização da marca. Significa ter um objetivo claro, com meta definida e expectativa de resultado, sem se frustrar ou se desesperar quando surgirem crises. Uma coisa a considerar: donos e idealizadores morrem, marcas são eternas, quando bem administradas.

As recompensas do marketing em mídias sociais são enormes, quando bem gerenciadas as estratégias e definidos os objetivos. Mas o conteúdo errado, para o público errado pode significar retrocesso na saúde da marca, e isso é estagnação de vendas, algo que nenhuma empresa deseja!

Fonte: Plugcitários

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Por Douglas Ferreira
A Importância da Imagem na Publicidade

Outdoor

Como a publicidade é uma grande máquina de estratégias, ela lida com a imagem da forma mais criativa possível. Sendo assim, o impacto gerado nos consumidores, na platéia que a assiste,é a forma visual de atingir um grande número de pessoas. Com as suas estratégias multifacetadas, a impressão que muitas imagens transmitem acaba prendendo a atenção do público, cativando-os e até mesmo influenciando na sua decisão imediata.

A televisão com os seus comercias recorrem a estereótipos com o intuito de criar sensações de desejos, que atingem o telespectador de maneira inconsciente, além disso, conta com o poder do discurso que já lhe é favorável, ganhando o reforço das imagens em movimento. Assim tudo fica mais fácil de comunicar, quando é possível mostrar, exibir, convencer de que vale a pena, e do quanto é bom o produto/serviço.

A imagem tem força em praticamente todas as mídias. O outdoor com a sua flexibilidade criativa e o seu impacto instantâneo, a revista com a credibilidade, possibilidade criativa e o seu fato de ser referencial de moda e comportamento, o jornal com a sua seriedade e credibilidade, porém, dentre todos os veículos de comunicação, a TV parece ser detentora de uma força maior em quesito “realizar o desejo de consumo através de imagens”.

Independente do apelo ao consumo que cada veículo utiliza, a força da imagem será sempre uma aliada da publicidade e as suas diversas maneiras de comunicar. A possibilidade de demonstração da forma, ação, ato, é o atrativo que convida e que gera curiosidade de conhecer – saber um pouco mais-, do que está sendo ali transmitido. Hoje em dia a cultura visual reforça o pensamento de que “uma imagem vale mais do que mil palavras”, é a imagem que constrói e comunica cada vez mais de forma eficiente e interativa, e que por isso muitas vezes, faz da sua existência, fundamental.

Fonte: Plugcitários

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Por Douglas Ferreira
Crossmedia

Crossmedia

Quebrar paradigmas é sempre um desafio, independentemente do que seja. De um lado está o convencional, o pensamento linear, no qual o mercado já está acostumado e, do outro, o espírito criativo, a inovação, a mudança de comportamento, o famoso “pensar fora da caixa”. Um exemplo desta situação foi quando o mundo começou efetivamente sua transformação de analógico para digital – mudança que ainda estamos vivenciando. Antigamente, tínhamos poucos veículos de comunicação que, basicamente, eram: a TV, o rádio e os meios impressos- jornal e revista. Hoje, o mundo é digital e tudo é mídia, desde a esteira da academia, o corrimão da escada rolante do shopping, o chão dos supermercados e até os celulares. As próprias pessoas se tornaram mídias. E, se antes já haviam especificações a serem seguidas para ter um anúncio publicado em uma mídia específica, imagine atualmente, com os múltiplos canais que temos à nossa disposição.

A complexidade de distribuir conteúdos para essas mídias cresceu proporcionalmente ao aumento dos novos meios. Um banner para web, por exemplo, precisa ser adaptado e entregue de diferentes formas, para cada portal, cada um com suas exigências. Em contrapartida, o ambiente em que as agências de publicidade atuam é um meio artístico e intelectual, pois o seu core business está mais voltado para a criação, o planejamento e a compra de mídia, por exemplo, bastante diferente das atividades operacionais necessárias para a preparação e a adaptação das peças publicitárias. Portanto, surgiu uma necessidade de um player diferenciado para realizar o trabalho entre a criação e os veículos de comunicação, que exigem receber tudo conforme suas especificações técnicas.

A produção crossmedia existe para atender exatamente esta demanda. Trata-se de uma etapa cada vez mais importante no fluxo da comunicação e contempla todas as etapas de produção e adaptação de conteúdos criativos, feitos por um anunciante e sua agência de publicidade, antes da sua veiculação na mídia. E nada mais é do que o real conceito de integração entre mídias, em todas as suas vertentes: impressa, web e mobile, garantindo a integridade da marca em todas as suas aplicações. Adaptar e entregar uma campanha para cada tipo de canal, em geral, é um processo demorado e que, além do risco de gerar inconsistências, também pode tirar o foco da estratégia e da construção da mensagem principal que a marca deseja transmitir. Portanto, o trabalho realizado por uma empresa de crossmedia está 100% focado em oferecer eficiência operacional, o que significa produzir com rapidez, segurança, qualidade e garantia de integridade das marcas em todas as peças entregues em todos os canais. E, com mais mídias e mais públicos, é vital que se tenha uma operação eficiente e uma produção rápida e segura.

Sendo assim, o uso de uma produção integrada permite que os anunciantes e as agências tenham uma peça, reaproveitando e distribuindo esta linha criativa em múltiplas plataformas. E, além de todas as vantagens de uma operação eficaz, com a adição de tecnologia, passamos a ter todos os registros de tudo o que é feito em todas as mídias. Esta base armazenada tem um incrível valor, pois ajudará na mensuração dos investimentos em marketing. Portanto, o segredo para o sucesso nesse setor é a combinação de três elementos: processos organizados e rastreáveis, soluções integradas de tecnologia e treinamento e aculturamento de pessoas. Isso é inovação, é ter coragem para arriscar e fazer diferente acreditando em ideias que facilitem nossas vidas.

Fonte: MundoBit

 

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Por Douglas Ferreira
Marketing Emocional

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Ao longo dos últimos anos, o marketing tem evoluído significativamente e cada vez as empresas buscam compreender e satisfazer seus clientes. Nessa busca, surgiram algumas ‘formulas’ ou modos de fazer um novo tipo de marketing: o marketing emocional. Afinal, quem nunca se emocionou ao ver alguma propaganda na TV? Trazer essa emoção a conteúdos online pode ser a peça chave para destacar uma marca, produto ou serviço no mundo digital.

O marketing emocional é uma forma de agregar à estratégia de marketing de uma empresa um elemento chave, a emoção, que aqui é entendida como uma força capaz de inspirar o consumidor a comprar, visitar, curtir, compartilhar e se manter fiel à marca. Marketing emocional é a busca por uma conexão maior entre cliente e empresa, em que esta se envolve como um todo, buscando não apenas a satisfação do consumidor (pré-requisito para qualquer ação de marketing), mas também fazendo-o se sentir valorizado e único. É aquele ‘olhar’ cuidadoso para o cliente compreendendo que ele não é apenas um comprador, mas um ser humano que ama, se emociona e se engaja quando encontra valores parecidos com os que valoriza na vida pessoal.

O que faz um consumidor escolher uma empresa e não outra? Entrega de valor. Embora muitos profissionais entendam que valor é algo muito além de preço, poucas empresas percebem a relação que o consumidor tem com o valor de cada produto e como essa relação afeta o engajamento. O desafio do marketing é encontrar uma maneira de fazer seu produto ou serviço mais valioso aos olhos do consumidor. O marketing emocional é uma maneira de compreender essa relação consumidor/valor, agregar valor ao preço e chegar à fidelidade do cliente.

Na internet, mais do que em qualquer outro meio de comunicação, o marketing emocional trona-se uma grande ferramenta de engajamento. Não basta uma foto bacana com uma frase de efeito num design limpo, a foto tem que tocar o coração, a frase tem que despertar algum sentimento de pertencimento e o design tem que refletir um estilo de vida. Se uma empresa consegue isso, certamente, conseguirá seguidores, curtidas, compartilhamentos, fidelidade e vendas! Mas como fazer isso?

A boa notícia é que na internet fica mais fácil entender os valores do consumidor e oferecer um conteúdo relacionado a estes valores. Uma empresa que vende, por exemplo, bijuterias, pode facilmente entender quais valores suas compradoras levam em conta. São ecológicas, preocupadas com o meio ambiente? São mais vaidosas, buscando peças que transmitam beleza e refinamento? Ou são mais discretas, preferindo algo mais elegante? Para cada um desses públicos devem ser desenvolvidos conteúdos diferentes, ligando a empresa de forma emocional ao cliente.

Conhecer o cliente e oferecer um produto que tem valor para ele é o primeiro passo para trabalhar o marketing emocional de forma efetiva e eficaz. Atingir o coração de um cliente gera mais que venda. Gera relacionamento duradouro e engajamento, que devem ser o foco de toda e qualquer empresa que queira se diferenciar no mundo virtual.

Fonte: Plugcitários

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Por Douglas Ferreira
7 Dicas para alavancar seu negócio

8-passos-lucro-24-09Muitas vezes nos prendemos aos grandes planos que exigem alto investimento e muito trabalho, mas pequenas mudanças também podem impactar de maneira bastante positiva sua empresa. O site da Entrepreneur, especializado em pequenos negócios e empreendedorismo, divulgou uma lista de dicas de pequenas mudanças na área de marketing que podem causar um grande impacto. Veja as dicas e impulsione suas vendas:

1. Coloque o link das redes sociais da sua empresa na assinatura de e-mail de todos os colaboradores
Divulgar suas redes sociais também por e-mail é importante para espalhar sua mensagem a cada e-mail enviado. Aproveite para criar promoções e concursos culturais promovidos nas redes, assim você estimula o crescimento no número de seguidores.

2. Aproveite o verso de seu cartão de visitas para uma promoção
O verso de seu cartão de visitas é um ótimo local para promover sua empresa e produtos de maneira criativa. Coloque uma foto sua ou de seu produto, um cupom de desconto ou uma lista de serviços que sua empresa oferece. Além de ser uma boa maneira de prolongar a conversa quando você está entregando o seu cartão, esta dica também o ajudará conseguir mais atenção de seus clientes. Um cliente que saiu da loja sem comprar e com o cartão do vendedor na mão estará mais motivado a voltar se encontrar um desconto no verso do cartão.

3. Reestruture seu site
Como está o seu site? Se você já investiu para criá-lo, será que não está na hora de repaginá-lo? Analise com atenção se ele está atual. Uma dica importante é criar páginas de entrada – ou seja, algumas páginas que apresentem seus produtos e possam ser utilizadas em anúncios, como links patrocinados. Outra dica para estar atento: seu site é facilmente acessado por smartphones? Com o acesso móvel e a internet crescendo a cada dia, é preciso verificar se seu cliente consegue visualizar seu site em todos os dispositivos disponíveis.

4. Posicione-se como um especialista
Se você for o melhor em sua área, clientes aparecerão, seja qual for o seu ramo de negócios. E estes fiéis consumidores o indicarão para outros. Mas como fazer isso? Em primeiro lugar, você precisa se dedicar. Estude sempre seu mercado e esteja por dentro das novidades. Utilize a internet e outros meios para mostrar aos seus clientes que você entende do seu segmento – manter um blog profissional pode ajudá-lo nesta missão.

5. Estabeleça parcerias com outras empresas
Você pode economizar e ganhar mais consumidores fazendo parcerias com outras empresas. Procure negócios que sejam complementares ao seu e converse com seus responsáveis sobre parcerias que vocês podem estabelecer. Se você tem uma pousada, por exemplo, restaurantes e lojas da região podem oferecer descontos para seus hóspedes em troca de divulgação em sua newsletter. As possibilidades são infinitas!

6. Tenha um número de telefone fácil de memorizar
Você certamente já decorou os números de telefone para os quais mais liga. Não é mais fácil ligar para a pizzaria que você já sabe o telefone? Facilite a vida do seu cliente e invista em um número de telefone fácil de memorizar. Você pode solicitar diretamente na sua companhia telefônica ou adquirir o serviço em empresas especializadas.

7. Teste, monitore e teste novamente
Todas as ações de marketing de sua empresa devem ser monitoradas, testadas e avaliadas. Quantas pessoas voltaram com o cartão para utilizar o desconto? Quais retornos as parcerias estabelecidas trazem para sua empresa? Seus clientes possuem Twitter? Vale a pena investir nessa rede social? Questione cada ação e siga as que dão resultados.

Fonte: Pequenas Empresas e Grandes Negócios

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Por Douglas Ferreira