Tecnologia

Durante cerimônia do Oscar, Google estreia slogan “Make Google Do It” em comercial.

Em sua nova campanha global, o Google vai com tudo para promover sua inteligência artificial. Google Assistant – que integra o assistente pessoal Google Home – é colocado a disposição para ajudar com qualquer coisa.

Criado in-house, pelo Google Creative Lab, o comercial traz personalidades como John Legend, Sia e Kevin Durant preocupados com uma grande lista de tarefas e o chamado: “Make Google Do It” (Deixe o Google fazer).

Fonte: B9

 

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Por Douglas Ferreira
Iphone 7 – Comercial interativo com The Rock

A interação do comercial para Iphone 7 é sensacional, veja em seu iPhone e não se surpreenda é interativo mesmo.

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Por Douglas Ferreira
PepsiCo vence o Super Bowl nas redes sociais 

A PepsiCo não deixou espaço para as demais marcas patrocinadoras da 51ª edição do Super Bowl. A marca, que patrocina o show do intervalo, este ano com a presença da cantora Lady Gaga, teve mais de 47,4 mil menções das 17h às 23h59, horário dos Estados Unidos. O 2º colocado, Avocados from Mexico, ficou com metade das publicações.

Dentre as hashtags, a PepsiCo foi a única que conseguiu emplacar uma criação própria entre as 10 principais. A #pepsihalftime teve cerca de 40 mil menções.

Marcas mais citadas

1. PepsiCo –  42,5k

2. Avocados from Mexico – 23,9k

3. Audi – 6,6k

4. Netflix – 6,3k

5. Budweiser – 6k

6. Mr. Clean – 5.6k

7. Coca-Cola – 3,2k

8. T-Mobile – 3k

9. Kia – 2,4k

10. 84 Lumber – 2k

Hashtags mais citadas

1. #superbowl – 698,4k

2. #sb51 – 198,2k

3. #patriots – 86,2k

4. #ladygaga – 65k

5. #falcons – 64,5k

6. #superbowl51 – 61,9k

7. #riseup – 48k

8. #nfl – 45,5k

9. #football – 41,9k

10. #pepsihalftime – 39,2k

Fonte: https://www.sprinklr.com/

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Por Douglas Ferreira
Tendências para o marketing digital em 2015

O ano de 2015 será repleto de mudanças e discussões que ditarão a nova realidade do mercado de marketing digital. A AUNICA, empresa brasileira de consultoria estratégica de serviços especializados para performance e análises de canais digitais, elaborou uma lista com as tendências que deverão perpetuar nas estratégias dos anunciantes e agências.

De acordo com Elcio Santos, sócio-diretor de negócios da AUNICA, há cinco principais pontos que serão imprescindíveis no próximo ano: Data Driven Market, Mídia Programática, Content Delivery, a Internet Das Coisas e Pessoas. “Acreditamos que a disciplina Dados vai ser o grande diferencial entre as empresas que vão liderar o cenário digital daquelas que serão as eternas seguidoras de tendências. Além disso, as empresas que não olharem com a devida atenção para a capacitação de suas equipes podem perder grandes oportunidades”.

Cinco tópicos apontados pela Aunica:

Data Driven Market
O desafio será transformar os dados em informações cada vez mais integradas e acionáveis. Desta forma será possível transformar uma grande quantidade de dados (Big data) em informações inteligentes, distribuídas em tempo real aos consumidores e de maneira absolutamente relevante independente do ponto de contato em que sua marca for acionada (Smart data).

Conectar, entende e agir com base nas informações vindas da web, mobile, social, call center, e etc, utilizando plataformas analíticas, será crucial na busca pela maior porção do share of hart do consumidor, que está cada vez mais conectado e interconectado. Disciplinas como o digital CRM, terão um papel importante tanto na otimização dos processos, quanto na melhor aplicação dos investimentos, possibilitando estabelecer um relacionamento ainda mais rentável com os clientes fiéis além de trazer novos consumidores de maneira mais eficaz. Fortalecer o posicionamento das marcas, construir o conceito de relevância e fidelizar clientes, serão estratégias vencedoras para aumentar o retorno sobre os investimentos.

Internet das Coisas
A internet das coisas, ou em inglês Internet of Things (IOT), é um mercado novo e extremamente valioso, potencialmente na casa do trilhão de dólares. Muitas empresas estão se preparando para surfar esta nuvem, em bom trocadilho. Google, Apple, Oracle e outras, estão se posicionando rapidamente neste mercado, onde será desenvolvido uma infinidade de gadgets inteligentes, como carros, casas, escovas de dentes, garfos e óculos, todos conectados em nuvem, para facilitar a vida das pessoas. Este novo mercado gerará inúmeras oportunidade para empresas de vários setores como infraestrutura, segurança digital e business analytics.

Porém, vai depender essencialmente do posicionamento estratégico das marcas, para aproveitar esta grande oportunidade desenvolvendo serviços que agreguem valor a vida das pessoas, uma vez que estes consumidores estarão sempre conectados. Entender qual a melhor hora, oferta e lugar para conversar com estes consumidores possibilita, por exemplo, utilizar conceitos como o de geolocalização para fazer uma oferta personalizada cada vez que eles passarem em frente uma loja física. Para isso, deve-se levar em conta a visão integrada sobre os rastros de informações deixadas por estes mesmos consumidores nos sites, nos aplicativos ou no call center das empresas.

Mídia Programática
O mercado publicitário de mídia está em uma profunda transformação e tem buscado entender e agir rapidamente para atender às novas necessidades do mercado e características dos consumidores. Para ter uma ideia do crescimento previsto, a compra de mídia programática representará U$59 bilhões até 2019.

A compra de mídia deixará de ser feita no famoso estilo tradicional e passa a ter sua estratégia focada na compra da audiência correta, nos canais certos e no momento mais adequando para o consumidor. Para se comunicar com uma audiência cada vez mais volátil e, em tempo real, os anunciantes tem a oportunidade de conversar por meio de vídeo, rich media, display e até mesmo com banner segmentado dentro de e-mail marketing, sendo este último, uma tendência que cresce aceleradamente nos EUA e já presente no mercado brasileiro desde o 1º semestre de 2014.

Content Delivery
Outra enorme oportunidade será a capacidade que as marcas terão de entregar conteúdos adequados para consumidores altamente granularizados. A figura de um WCM (web content management) integrado à ferramentas analíticas, soluções de dados, mídia e outras que envolvam todo o ecossistema digital de uma organização, farão toda a diferença no relacionamento entre pessoas e marcas.

Os sistemas mais modernos de WCM, tem a capacidade de entregar conteúdo tanto on-line quanto off-line, como exemplo, em totens dentro das lojas, nos POS (point of sales), provadores que contenham interação social e etc. De acordo com uma pesquisa recente encomendada pela Adobe, 79% dos CMO’s pretendem investir em soluções que permitam criar, gerenciar e distribuir adequadamente seus conteúdos.

Pessoas
Com esta enormidade de tecnologias emergentes, este importante elo da cadeia precisa receber a devida atenção. A profissão de cientista de dados se tornará uma das principais do mercado e com alta remuneração. Haverá 4,4 milhões de postos de trabalho a nível mundial em business analytics, mas apenas um terço desses empregos serão preenchidos. Com a crescente demanda por Big Data, as empresas terão de reavaliar as suas competências e habilidades para responder a esta oportunidade.

Fonte: AD News

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Por Douglas Ferreira
Marketing Digital

O marketing pode ser entendido através dos famosos 4 Ps: Produto, Preço, Praça e Promoção. O primeiro deles constitui os processos relacionados à definição dos Produtos ofertados pela empresa, como a realização pesquisas de mercado. Quando esses processos ocorrem com o uso de tecnologia e artefatos digitais, eles pertencem ao marketing digital. Nesse contexto, além de processos ligados a produtos tradicionais usando mídias eletrônicas, também fazem parte do marketing digital a criação de startups digitais, a concepção de produtos puramente digitais como Netflix e Skype ou de bens físicos que fazem pouco sentido sem a Internet (como uma smart TV ou um tablet).

O segundo P (de Preço) também é impactado pelo digital. Quanto custa “alugar” um filme no Netflix? E na locadora? Quanto custa uma ligação para o Japão via Skype? E uma ligação DDI via uma operadora tradicional? Quanto custa um curso presencial? E um curso online? É, o digital tem mudado bastante o preço das coisas, conforme é apontado por Chris Anderson, em seu livro Free.

O P de Praça digital nada mais é do que o e-commerce, em que a venda dos produtos e serviços é realizada através de sites na Internet. Em produtos digitais, ele também se aplica à entrega, que pode ser realizada através de download ou streaming, por exemplo.

Por fim, a Promoção digital consiste na comunicação da empresa através das mídias digitais. Isso inclui várias ferramentas e plataformas, como websites, redes sociais, links patrocinados, SEO (search engine optimization), e várias outras. É pessoal, esse é o P em que estão o “fazer propaganda na Internet” ou o “usar Facebook e Twitter para divulgar um negócio”.

Como pode ser visto, eles são parte do marketing digital. Uma importante parte, o P mais impactado pelas mídias digitais, mas apenas uma delas. O marketing digital é muito mais amplo do que propaganda ou redes sociais.

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Por Douglas Ferreira
Apostas para as Mídias Sociais em 2014

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Há quem diga que as redes sociais experimentarão um declínio no seu número de usuários daqui para frente, outros, no entanto, acreditam que, liderados pelos jovens que cada vez mais deixam o Facebook de lado, as redes estão se transformando e ganhando uma nova forma.

Mas o que exatamente devemos esperar das redes sociais para este ano de 2014? O que especialistas e líderes de mercado acreditam que será tendência daqui para frente? É o que Ryan Holmes, CEO do HootSuite, contou num artigo publicado no LinkedIn.

Ascensão das redes sociais “efêmeras”, como o Snapchat
Independentemente de você achar que o Snapchat vale US$ 3 bilhões para o Facebook ou não, uma coisa é certa: o app despertou o desejo das pessoas por redes cada vez mais efêmeras. Nelas, o conteúdo simplesmente desaparece alguns segundos após seu recebimento. Embora as pessoas acreditem que a abordagem favorece a circulação de conteúdo erótico (o que também é certo), a verdade é que o Snapchat e serviços do tipo trouxeram de volta a espontaneidade e diversão das mídias sociais.

Segundo Holmes, a ideia é semelhante às interações da vida real, onde pensamentos vêm, vão, são esquecidos e você não se preocupa com o fato deles estarem sendo monitorados ou não. Dessa forma, as redes sociais ditas efêmeras oferecem uma forma autêntica e sem restrições de trocas e interações. E, provavelmente, essa será a mais nova moda dos jovens e adolescentes, que estão abandonando o Facebook aos poucos.

Reconhecimento das mídias sociais como recurso educativo
Já faz algum tempo que as mídias sociais são utilizadas para avaliar as pessoas, seja para uma entrevista de emprego, seja para programas educacionais. Uma pesquisa recente mostrou que, nos Estados Unidos, mais de um terço dos alunos que entram para o ensino superior tem seus perfis avaliados por coordenadores nas universidades e faculdades antes de aceitá-los.

Cada vez mais cientes dessa realidade, espera-se que os educadores adotem as mídias sociais e as tragam para dentro de sala de aula. Em 2014, nós veremos mais escolas reconhecendo as mídias sociais como um recurso educativo e ensinando sobre elas para melhor preparar seus estudantes.

Os anúncios digitais decolarão de uma vez por todas
Não é nenhuma novidade que os anúncios veiculados nas mídias sociais são muito mais segmentados e direcionados aos consumidores do que os feitos nas ditas mídias tradicionais. E daqui para frente esse negócio decolará de uma vez por todas.

Para Holmes, as empresas estão percebendo cada vez mais que anúncios em redes sociais não só são mais eficientes, como também têm um ROI superior aos banners digitais veiculados em sites. Enquanto as pessoas estão cada vez mais ignorando os tradicionais banners no topo dos sites (eles são clicados apenas 0,2% das vezes, em média), os twits patrocinados mostram engajamento 15 vezes superior.

Um outro fator decisivo é que os anúncios sociais são mais bem visualizados em dispositivos móveis do que os tradicionais. Para o fim de 2013, a previsão era de que existiriam 1,4 bilhão de smartphones em circulação no mundo, um para cada seis pessoas. Como a tendência é que esse número aumente, não é surpresa que esse seja um mercado promissor que deve ser explorado ao máximo daqui para frente.

Fortalecimento dos compartilhamentos de vídeos na web
Um estudo recente revelou que um terço da Geração Y assiste menos televisão do que conteúdo online, ou não assiste nada na televisão. Para Holmes, o dado faz muito sentido.

Nascidos no fim dos anos 1980 até o início dos anos 2000, essa geração se criou consumindo conteúdo de sites como YouTube e, por esse motivo, se sente extremamente confortável em compartilhar e comentá-lo com seus amigos nas mais diversas redes sociais. O lançamento de apps como Instagram – e depois seu recurso de gravação de vídeos – e Snapchat amplificaram esse comportamento, que é intrínseco a esse público.

A partir do início dos anos 2020, essa geração será responsável por metade da força de trabalho no mundo e será muito interessante ver como esse tipo de conteúdo, que é livre e acessível, a influenciará e os rumos que os negócios tomarão com ela no controle.

Fonte:  Canal Tech

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Por Douglas Ferreira

Tendência para 2013: Tecnologia, Marketing Digital e Mídias Sociais

O ano começou e queremos saber: “o que vem por aí?”

Há diversas tendências que devem predominar no mercado em 2013 e algumas que estarão por vir ainda nos anos seguintes.

Talvez você se pergunte, o que tenho eu com isso? Respondemos: Tudo!

As tendências servem como norteador e permite pensar no futuro e orientar o planejamento anual das empresas.

Confira o que será tendência para 2013 em marketing digital, mídias sociais e tecnologias:

Marketing Digital
TV + mídia social :: Conexão entre anúncios televisivos com as mídias sociais e o mundo online, com possibilidades, por exemplo, de uso de hashtags nas publicidades. Segundo pesquisa da E.life, “50,6% das pessoas assistem TV enquanto usam a internet; 37,6% enquanto ouvem rádio; e 21% enquanto leem jornais e revistas.

Atendimento ao cliente nas redes sociais :: Projeta-se que em 2013, 5% dos atendimentos a clientes seja feito pelas redes sociais. Algumas empresas podem ainda incentivar e apoiar aos clientes a ajudarem uns aos outros por meio do atendimento colaborativo.

Potencial das redes sociais :: Maior investimento das micro e pequenas empresas nas redes sociais.

Avaliação das estratégias online :: Criação de indicadores de desempenho pelas empresas para avaliarem estratégias online.

Realidade aumentada :: No Varejo, a tendência é de compartilhamento do ambiente físico nas redes sociais e realidade aumentada.

Mídias sociais
Compras via celular :: O uso de dispositivos móveis como meios de acesso ao comércio eletrônico, conteúdos e mídias sociais será maior do que via computadores pessoais. O Facebook previu que em 2015, nos Estados Unidos, os usuários de internet móvel ultrapassarão os da internet.

Anúncios em mídias sociais :: Anúncios em mídias sociais aumentarão e serão mais envolventes. Surgirão novos modelos de anúncios cujo diferencial será o de parecerem um conteúdo comum das redes e não uma propaganda. O conceito de convergência fará com que anúncios e conteúdos sejam intercambiáveis.

Redes sociais locais :: Crescerá as redes sociais locais e de nicho, como o microblog chinês Sina Weibo – que chegou a 400 milhões de usuários – e o Pinterest – cresceu 5.124 por cento.

Desempenho das marcas nas redes :: Surgimento de novos softwares e ferramentas que captem informações disseminadas sobre marcas, produtos e serviços nas várias redes sociais, em tempo real, permitindo às empresas melhorar os serviços ao consumidor e prever futuros padrões e comportamentos de compra.

Tecnológicas (Fonte: Gartner)
Celular x desktop :: Experiência com dispositivos móveis irão suplantar a experiência com desktops (PCs). Em 2013, dispositivos móveis irão ultrapassar os PCs como meio de acesso à internet. Em 2015, cerca de 80% dos aparelhos telefônicos móveis em mercados maduros serão smartphones.

Banco de dados :: As organizações devem se concentrar em bancos de dados não-tradicionais e fontes de dados externas. Os bancos de dados irão encontrar-se com as mídias sociais.

Aplicativos para celular :: Em 2014, serão baixados mais de 70 bilhões de aplicativos móveis todos os dias. A maioria das organizações irá entregar aplicativos móveis para colaboradores por meio de lojas de aplicativos privadas.

Banco de dados com mais capacidade :: Ferramentas (servidores/bancos de dados) mais potentes para lidar com volumes estratosféricos de informações.

Pay to use :: Softwares pagos pelo tempo de uso.

Comece a pensar, monitorar e aprofundar seu conhecimento naquelas que se relacionam diretamente com seu negócio.

Fonte: Sebrae Mercados – Fernanda Peregrino

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Por Douglas Ferreira
E-commerce :: Verdades e Mitos

Confira as dicas de Cristiano Chaussard, especialista em e-commerce, antes de ter uma loja virtual.

Verdade: “O mercado consumidor de uma loja online é incrivelmente maior do que o de uma loja física o que pode gerar um volume muito maior de vendas”.
Cristiano Chaussard: Se você lança sua loja em português em um domínio.com.br, seu público potencial já é de 46 milhões de brasileiros que costumam comprar na internet. Seu bairro possui um público de mais de 100 mil consumidores?

Mito: “É muito fácil atingir o público consumidor do Brasil inteiro ou mesmo do mundo.”
Cristiano Chaussard: Não, na verdade é necessário investir sério em publicidade e ter uma infraestrutura tecnológica parruda para suportar a demanda gerada.

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Por Douglas Ferreira
Pegadinha da LG no Elevador

A LG fez uma ação de assustar qualquer um. Quem é que não levaria um susto ao entrar em um elevador e de repente o piso do elevador cair?

A pegadinha era para mostrar a qualidade das novas TV’s LG, confira no vídeo acima.

O vocês o que acharam? Assusta ou não assusta?

Fonte: brainstorm9.com.br

 

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Por Douglas Ferreira
E Lá Vem Mais Uma Rede Social

Quando achamos que parou por aqui as opções de redes sociais, tem gente ainda pensando em criar mais.

A mais nova ferramenta tem um pouco de blog, bookmark e rede social, vem dos criadores do Twitter, Biz Stone e Evan Willians. A nova rede social, se chama Medium, uma mistrura de Pinterest com Tumblr. De acordo com Williams, o Medium, permitirá que os usuários marquem páginas encontradas na web e organizem-as em coleções de acordo com categorias.

Acreditamos que um bom design suporta o propósito do conteúdo. Então, o Medium oferece diversas opções, variando com o tipo de mídia. – Evan Williams

Por enquanto o serviço não está disponível para publicações, mas já é possível se cadastrar (para quem tem conta no twitter) e dar uma espiadinha.

Bom diante de tantas opções, é esperar e ver se vai agradar ou não.

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Por Douglas Ferreira